quinta-feira, 5 de maio de 2011

seres humanos

Eu não chego a dizer que odeio seres humanos, seria demais. Seria pessimismo exagerado com o mundo, visto que estes são os seres predominantes e temos que acreditar neles. Mas quando a gente vê mais provas de que muitos da espécie não valem o que há de mais desprezível na face da Terra, como esses três canalhas, ignorantes e repugnantes indivíduos dá muito asco da espécie humana. O pior é que além de todos esses adjetivos citados, eles são extremamente covardes, característica peculiar de seres humanos. Só o homem é dotado de covardia. E esses elementos da imagem fizeram questão de comprovar ao mundo o quanto eles são fracos e frouxos. Mas não valeria a pena eu alimentar a raiva que me toma nessas horas. Não faria bem a mim e nem muito menos ao animal cruelmente torturado na imagem, e que deve estar sentindo uma dor impossível de calcular. Expor essa imagem chocante, além de atestar do que humanos são capazes no esplendor da imbecilidade e maldade gratuita, é a minha contribuição para que se encontre esses crápulas e que se faça justiça a favor dos animais.

4 comentários:

r.lisboa disse...

O que é isso?! Estou em lágrimas. Sei que essas coisas acontecem e sempre busquei não ver, pois amo loucamente esses seres (digo o bichos)e sinto-me impotente em ajudá-los. Parabéns pela sua contribuição. Com certeza você está fazendo a sua parte divulgando ao mundo o que esses "humanos" são capazes de fazer com um ser indefeso.
Vamos todos nós divulgar esse ato horrível.

Fábio Vasconcelos disse...

Há indícios de que esses marginais agem no Nordeste de Amaralina ou na Barros Reis, onde é costume fazer isso com gatos para comer. Vamos ficar na cola desses delinquentes para pagarem por seus atos.

Rogério disse...

Fico tomado do sentimento de raiva.
Triste e lamentável!

Muniz.A.S. disse...

“Dentre os animais me sinto culpado por toda essa brutalidade retratada por sorrisos. Será que devo pensar assim? São paredes de ferro aproveitadas de algum lugar, escoradas por madeiras roubadas de entulhos contracenando com a moda... ou modos? Calça de estampas abertas, camisa de gola folgada, de cor aos que vestem. Despi o animal, selvageria que acostumaram a conviver, se deve aos custos (impostos, tributos, propaganda, moda, consumir-mi-dor ”consumir” “eu” “dor” e mais algumas palavras bonitas) do casaco de pele. Não pasmo com tamanha brutalidade, reflito sobe os caminhos percorridos por ambos os animais até a morte. Para uns já ha não mais a oportunidade de sobreviver para os outros... sobrevivem com a brutalidade sorrindo sem saber onde vai chegar. Perdidos, como me sinto agora, diante de tudo isso e de tudo que os animais ainda podem fazer. As fotos publicadas em redes de relacionamento demonstram um ser que registra os seus momentos e pensamentos, a sua riqueza interior para a pobreza dos que se chocam, perdido, se não for constituía a mesma frase com a inversão do valor, pobreza / riqueza. Policiarei para não causar mal algum a sociedade, Riqueza/pobreza. Precisou de uma boa câmera, um bom curso e uma boa pessoal para fazer alguém refletir. Tenho fome por justiça, eles e vários também tem. Por “sexo, drogas e rock in...rio”. Rir indigna?”