sábado, 16 de outubro de 2010
profundo
mendicância sufocante
São quase 8h30 e era pra chegar no Sebrae às 8h. Estou na padaria Gangorra, ali no Politeama de Baixo, terminando minha primeira refeição do dia, uma vara mista com dois dedos de café preto. É lógico que houve um exagero na quantidade e deixei uns três pedaços de pão recheados com queijo e presunto, ainda quentes, no prato. Para não jogar fora, preferi, é claro, dar a algum mendigo, pivete, vagabundo, ou qualquer adjetivo cabível àqueles milhares de transeuntes que perambulam pelo Centro da cidade à qualquer hora do dia e da noite. Quando saí da padaria e ofereci a um malandro manjado dali, ele disse: "quero não". Eu pensei: "filho da puta... eu sou um idiota mesmo, ainda quis dar a um sacana desse quando poderia ter jogado fora mesmo". Mas tudo bem, encontrei outro ali na frente, que priorizou a fome, e pegou o pão.Essa introdução meio nada a ver foi para falar de algo que me repele diariamente: a mendicância que predomina nas ruas das grandes cidades brasileiras. O marmanjo desocupado que negou o alimento na saída da padaria, é o mesmo que, todo dia quando eu passo por ali, me pede dinheiro. "Me dê um real". Dá vontade de mandar ele tomar "naquele orifício", mas temos que nos controlar... Pois bem. Há uma série de questões a se discutir nessa pedição desenfreada pelas ruas. Nesse caso mesmo, o cara quer dinheiro fácil para quê? Para encher a pança e depois deixar a cidade toda fedida é que não é. Ele provou que não é. Só pode ser para se empanturrar de droga. Eu é que não vou alimentar vício de ninguém. Já basta o meu em CD e DVD que me raspa uma grana retada. Não dou dinheiro à tôa. Meu lema é esse. Nem R$ 0,10. Não dou mesmo e não fico me remoendo, com a consciência pesada e me achando malzinho não. De jeito nenhum. Vovó dizia que o que vem fácil, vai fácil. Alguém sabe a procedência de todos, eu disse todos esses pedintes chatos das ruas? Porque eu não faço ideia e não boto minha mão no fogo por nenhum deles. Alguém sabe o que fizeram para estar naquela situação? Vou responder igual a guris chatos: "não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe". Não tenho o menor receio de arriscar que a maioria está ali porque é vagabundo mesmo, tem má índole, é safado e descarado e gosta mesmo é de facilidade, moleza. Quer se apoiar em uma sociedade baseada em princípios religiosos e um povo afetuoso para ganhar dinheiro fácil, sem esforço. Não corroboro com esse esquema. Tô fora. Se vier a senhorinha com pena, eu mando levar para casa, sem pensar.
Roubar é ruim? É. Pedir também. Se pedir for o correto, eu abandono meus trabalhos (pois é, trabalho em dois lugares diferentes... as coisas são difíceis!), e vou pedir também, ora bolas! Já que pedir está tudo bem... Mas do meu ponto de vista, não está. Pedir é péssimo. É uma mazela social tão grande quanto roubar. É um roubo sutil, mascarado, digamos: legalizado pela sociedade. O que honra o homem é trabalho, seja ele qual for. De um jornalista imbecil que coloca a cara na casa de todo mundo e muitas vezes só fala bobagens, como Bóris Casoy, a garis, cujas atividades são fundamentais para o ordenamento social, trabalhar é fundamental. Lavar carro, carregar entulho, limpar pára-brisa, ajudar pedreiro, pintar parede, bater prego. São algumas atividades a buscar. De coração puro, alma tranquila e consciência mais leve que uma pena de ganso, segue uma dica a mendigos, pivetes, vagabundos, malandros, marmanjos desocupados das cidades do Brasil: vai trabalhar porque meu dinheiro vocês não vão ver nunca. Nem R$ 0,10.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
interação entre pais e filhos marca o dia das crianças vitalmed
Trabalhar faz parte da rotina diária dos pais de diversas crianças. Porém, os filhos ficam sempre intrigados em saber como funciona e o que acontece no ambiente de trabalho dos pais. Para matar essa curiosidade, em comemoração ao Dia das Crianças, que acontece todo dia 12 de outubro, a Vitalmed promove essa interação entre pais e filhos dentro da empresa.
O objetivo principal da segunda edição do Dia das Crianças Vitalmed é, justamente, transmitir à criançada, de forma lúdica e divertida, o orgulho que sentem da profissão dos pais – diretamente envolvidos com a missão de salvar vidas –, mostrando aos pequenos a realidade do exercício profissional deles. “Para as crianças, só o fato de entrarem em uma ambulância e verem o que tem dentro, já é uma diversão”, afirma a gerente de Recursos Humanos da Vitalmed, Eleonora Santos.
A ação, que vai acontecer durante a tarde do dia 15 de outubro, na base operacional da empresa, que fica na região do Iguatemi, é uma ótima ferramenta de fidelização, pois segue a máxima de que agradando aos filhos estão agradando aos pais. “Esse ambiente saudável e de descontração é projetado também nos clientes e no atendimento da empresa”, pontua Eleonora. Durante o dia festivo, os filhos dos colaboradores vão conhecer as dependências da empresa e terão direito a lanches e muita diversão.
A empresa
A Vitalmed iniciou suas atividades em 1993, implantando o serviço de Atendimento Pré-Hospitalar (APH), que realiza atendimento a emergências e urgências médicas dentro do perímetro de Salvador e Lauro de Freitas. Hoje, a empresa se consolida no segmento de saúde como excelente opção de mercado de trabalho para os médicos, conforme salienta o diretor Operacional da Vitalmed, Dr. João Maurício Maltez. “A empresa possui 250 médicos, atuando em diversas áreas, como Regulação Médica, Pronto Atendimento em UTI Móvel, Proteção a Eventos, Homecare, Resgate e outros”, diz.
Líder no segmento na Bahia, a Vitalmed, ao longo destes 17 anos, alcançou as primeiras colocações no ranking nacional de empresas do ramo. Para atender aos seus associados, a empresa possui uma estrutura especializada em atendimentos emergenciais que é constantemente revista e atualizada, incorporando novas tecnologias e novos procedimentos sempre com o objetivo de prestar serviços de excelência e satisfazer aos seus associados. Outras informações através do telefone (71) 2202-8750.
sábado, 2 de outubro de 2010
agricultor valida experiência com projeto plante saúde
O projeto, que beneficia 70 famílias, distribuídas em sete comunidades da orla de Camaçari, é idealizado pela Concessionária Litoral Norte (CLN) e Instituto Invepar, sob execução do Fórum Sustentável Costa dos Coqueiros. O objetivo principal é fazer uma reeducação ambiental em povoados rurais da região, visando a melhoria da qualidade de vida das pessoas e geração de renda.
Os trabalhos começaram em julho de 2010, nas comunidades de Rancho Alegre, Açu da Capivara, Cordoaria, Fazenda Malícia, Alameda do Rio, Areias e Cajazeiras, e se encerram, com entrega de certificados, no dia 19 de outubro, às 13h30, no salão paroquial da Igreja Matriz Divino Espírito Santo, em Vila de Abrantes.
“O projeto era uma necessidade para as pessoas que precisavam de um verdadeiro alerta ambiental”, afirmou a presidente do Fórum, Maria José Machado. A diferença dessa edição é que o projeto está sendo executado por ex-beneficiários, que hoje disseminam e multiplicam essa experiência com agricultores de suas vizinhanças.
Durante a passagem pelas comunidades, o Plante Saúde leva conhecimento sob aspectos relacionados à agricultura orgânica, como educação ambiental e tecnologia. Para a professora de tecnologia, Marluce Celeste, a metodologia aplicada fez o diferencial na hora das aulas.
“O interessante era procurar exemplos baseados em ações que eles já praticavam para facilitar a assimilação”, explica. Ela acredita que o mais importante do curso é conscientizar o agricultor de que ele faz parte da natureza e precisa estar inserido nela. “Através do conhecimento tecnológico, eles vão dar um melhor tratamento ao solo, e gerar uma produção mais saudável”, resume.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
cooperativa baiana desenvolve redes sociais personalizadas
Com cinco anos de atuação em Salvador com softwares livres para o desenvolvimento de soluções para a Internet, especificamente mídias sociais, a Cooperativa de Tecnologias Livres (Colivre) faz um trabalho diferenciado de personalização de redes. Através do Noosfero, a primeira plataforma web livre desenvolvida para redes sociais, qualquer empresa do Brasil e do mundo, pode criar uma rede social personalizada, preterindo as massificadas como Orkut e Facebook, por exemplo. “A diferença é que no ambiente personalizado você tem acesso a banco de dados e autonomia sobre a mídia gerada lá”, afirma o vice-presidente da empresa, Vicente Aguiar.Esse foi um dos assuntos discutidos na abertura do 1º Congresso Brasileiro de Softwares: Teoria e Prática (CBSoft.2010). O evento, cujo objetivo principal é disseminar as pesquisas em sistemas de software que são realizadas em todo o país, começou nesta segunda-feira (27), no Bahia Othon Palace Hotel, em Ondina, e vai até a próxima sexta-feira (1). De acordo com a organização do encontro, são esperadas cerca de 800 pessoas durante os cinco dias, entre pesquisadores, estudantes e representantes da indústria. “A novidade desse ano foi justamente inserirmos a representação industrial, pois precisava haver essa junção com a discussão teórica”, destacou a vice-coordenadora do CBSoft.2010, Vaninha Vieira.
Para Vaninha, as empresas brasileiras, sejam governamentais ou privadas, precisam atentar para a importância e benefícios do software livre. “Isso existe no mundo inteiro e o Brasil também precisa adotar como padrão nas suas organizações”, alertou. Uma questão relevante que a vice-coordenadora levantou, voltado ao universo das empresas, foi a redução de custos que a implantação do software livre traz. “Um sistema operacional como o Linux, por exemplo, diminui os investimentos com pacotes pagos, que são caros, e também evita a pirataria, que ainda ocorre muito no mundo corporativo”, resume.
O evento, cuja próxima edição será no estado de São Paulo, em 2011, terá palestras de convidados nacionais, como o professor da Universidade Federal da Bahia (UFBa), Eduardo Almeida; e internacionais, como o professor do Departamento de Computação do Imperial College London (Reino Unido), Alexander L. Wolf. O congresso é realizado pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC), e organizado pela UFBa, através do Laboratório de Engenharia de Software (LES), com patrocínio do Sebrae.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
bahia tem potencial para explorar viagens de incentivo
Sensibilizar o empresariado baiano quanto às vantagens e pré-requisitos para a implementação e fortalecimento do turismo de incentivo na Bahia. Esse foi o objetivo principal do Café com Turismo, evento que aconteceu durante a manhã desta sexta-feira (24), na sala Gregório de Matos, no hotel Pestana Bahia, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. O encontro, que reuniu mais de 100 pessoas, entre empresários do trade turístico baiano, entidades de classe e representantes do poder público, foi realizado pelo Sebrae em parceria com o Convention Bureau Salvador e Litoral Norte da Bahia, com apoio da Câmara Baía de Todos os Santos (BTS).Para o palestrante e diretor-presidente da IT MICE Travel Solutions, Ibrahim Tahtouh, a Bahia tem alto potencial para ser explorada como destino de viagens de incentivo, mas os operadores locais devem atentar para detalhes importantes. “Para evitar verdadeiros desastres, é preciso sensibilidade e analisar bem o grupo de viagem, desde sua origem, até profissões e graus hierárquicos”, destacou. Outro fator relevante que Tahtouh lembrou foi a necessidade de ser criativo. “Eles querem sentir um ‘gostinho diferente’. Nossa função é criar a estrutura para isso, seja onde for, e os baianos têm a graça e o jeito certo de fazer”, apontou.
Presente ao evento, o diretor da Lilás Turismo, Jean Paul Gonze, acha que a iniciativa serviu como estímulo para os empresários que desconhecem a importância do turismo de incentivo. “Foi bom para esclarecer sobre as boas práticas para se executar uma boa viagem de incentivo e fortalecer a imagem da Bahia”, disse. A empresa, que está situada em Salvador, atua há 25 anos na área. Já a técnica da Bahiatursa, Conceição Carneiro, acredita que trazer grupos de fora “gera receita para o Estado e todo mundo ganha: os hotéis, os agentes, os comerciantes e o próprio governo”.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
propaganda digital reduz custos para empresário
Nos últimos seis meses, o diretor comercial da Pé Feito, Moacir Viana Júnior, notou uma diminuição nos investimentos da empresa, que presta serviços na área de podologia em Feira de Santana, na divulgação da marca e serviços. “Trocamos a veiculação em uma rádio local e a panfletagem, pela divulgação no serviço de link patrocinado do Google”, afirma. E Moacir revela que a diferença na economia e no resultado foi relevante. “Na rádio, pagamos R$ 400 por um mês, apenas aos sábados, e somente uma pessoa nos procurou. Na Internet, gastamos R$ 40 por 20 dias corridos e 120 pessoas vieram até a loja”, diz.Esse é um dos assuntos a serem discutidos durante o Ciclo MPE.net, que acontece durante toda essa quinta-feira (23), no Teatro dos Correios, no bairro da Pituba, em Salvador. O objetivo principal dos seminários é difundir informações e conhecimento estratégico sobre a inclusão das micro e pequenas empresas no comércio eletrônico, visando o desenvolvimento do mercado nacional e a geração de oportunidades de negócios. Cerca de 250 pessoas, entre empresários e estudantes, compareceram à abertura do evento, realizado pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, com patrocínio do Sebrae e dos Correios.
O analista do Sebrae, Michelangelo Alves, falou sobre as vantagens e benefícios da Bolsa de Negócios, serviço gratuito disponibilizado aos empresários através da Internet ( www.bolsa.sebrae.com.br). “É uma vitrine eletrônica, onde o empresário anuncia seus produtos e serviços e o próprio sistema faz o cruzamento de interesses e negócios entre eles”, explica. Alves apresentou também dados sobre o aumento de empresas que buscam o serviço pelo país. No Brasil, esses números já chegam a 12 mil cadastros, contra 10.974 registrados em março de 2010. No Nordeste, cerca de dois mil empresários ingressaram, sendo que 1/3 desse total pertence à Bahia.
Dentre os temas discutidos durante os seminários, está a questão dos registros de domínio, provedor de serviços de pagamento, gestão de riscos e vendas com cartão de crédito, publicidade on-line e logística global para o e-commerce. De acordo com o coordenador de Negócios dos Correios, José dos Santos Neto, as compras pela Internet, que representavam 4,9% dos pedidos dos Correios, em 2007, passaram a 7,5%, em 2009. “A facilidade e aumento do acesso das pessoas à rede mundial de computadores fazem do comércio eletrônico uma tendência em franca expansão”, disse.
O analista da VeriSign, empresa que opera serviços de infraestrutura de Internet, Alexandre Giglio, destacou a importância de potencializar e fortalecer a marca de uma empresa no mundo virtual. “Mesmo que não seja uma loja on-line, estar na rede é fundamental, visto que só no Brasil, de acordo com dados da Webshoppers, de 2009, existem 15 milhões de e-consumidores”, revelou. Para o coordenador da Unidade Regional Salvador do Sebrae, Richard Alves, o evento é fundamental “pois o e-commerce já é uma realidade das micro e pequenas empresas que conseguem vislumbrar essa visão estratégica”. A 8ª edição dos seminários será em Uberaba, Minas Gerais, no dia 07/10. Outras informações através do site www.ciclo-mpe.net.
domingo, 19 de setembro de 2010
vedacit marca presença na 7ª ficons
De acordo com o gerente de vendas da Vedacit, Marcelo Bastos, apesar de não haver negociação direta na feira, o resultado foi satisfatório. “Recebemos nossos amigos, que são nossos clientes, e a quem devemos o sucesso da empresa. É uma maneira de agradecê-los pela escolha dos produtos Vedacit”, disse.
De acordo com Bastos, passaram pelo stand da Vedacit, que teve a presença do diretor da empresa, Alexandre Baumgart, arquitetos, engenheiros, lojistas e estudantes, assim como diversos profissionais ligados à construção civil. Em 2011, a Vedacit vai participar da Feira Construir Bahia.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
micro e pequenas empresas alavancam economia baiana
Em 2009, 71% dos empregos gerados na Bahia foram oriundos das micro e pequenas empresas. E apenas no primeiro trimestre de 2010 esses números já chegam a 60%. Tais dados, de acordo com o superintendente do Sebrae Bahia, Edival Passos, apontam para a importância desse segmento para o crescimento econômico do Estado e do Brasil.“Esse novo ciclo de desenvolvimento do país abre um horizonte fantástico para os empreendimentos nas áreas de indústria, comércio, serviços e agronegócios”, afirmou.
Ele participou da abertura do VI Encontro de Economia Baiana nesta quinta-feira (16), no Bahia Othon Palace Hotel, em Salvador. O evento, cujo tema central é Brasil e Bahia na nova configuração da economia mundial acontece até esta sexta-feira (17). Cerca de 600 pessoas, entre estudantes, economistas e representantes de empresas públicas e privadas, assistiram à abertura do encontro organizado pela Secretaria Estadual de Planejamento (Seplan), Desenbahia e do Departamento de Mestrado do curso de Economia da Universidade Federal da Bahia (UFba), com o patrocínio do Sebrae.
Para o ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Antonio Barros de Castro, “o Brasil entrou muito bem na crise e continua muito bem, pois ele não tinha nenhum dos problemas originários dela”. Castro ministrou uma palestra sobre o tema central do congresso, onde falou também sobre a consolidação do mercado de massas na economia mundial e o comércio Brasil-China.
O presidente da Desenbahia, Luiz Petitinga, acredita que o evento vem se tornando referência como uma possibilidade de reflexão entre academia, governo e empresas sobre o assunto. “É uma oportunidade de formação de políticas públicas para o fomento e desenvolvimento da competitividade e inovação nas empresas”, afirma. Para Petitinga, as micro e pequenas empresas devem se beneficiar dessa articulação com a economia chinesa. “À medida que temos grandes investimentos, os fornecedores de produtos e serviços diretos e indiretos mostram sua real importância”, conclui.
Durante os dois dias de evento serão apresentados e discutidos 30 trabalhos, entre as 12 mesas redondas. A programação do encontro é ampla, mas há uma preocupação em discutir itens relacionados à economia regional, o que inclui temas como Concentração do emprego industrial no período 1994-2005: evidências para os municípios do Brasil; e Desenvolvimento Regional e Aglomerações Produtivas na Bahia: uma visão a partir do emprego e dos territórios de identidade.
