sexta-feira, 27 de março de 2009

bird na bahia

Uma missão do Banco Mundial (BIRD) chega a Salvador no início do mês de abril. O objetivo da primeira visita do ano é avaliar as atividades realizadas em 2008, pelo projeto Mata Branca na Bahia, e discutir o Plano Operativo Anual de 2009.
As reuniões vão acontecer na Secretaria do Meio Ambiente (Sema), nos dias 7, 8, 13 e 14 de abril, e, além de representantes do BIRD, participam dos encontros, técnicos da Sema e da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), que compõem a unidade gerencial do projeto no estado.
O projeto Mata Branca tem como principal objetivo contribuir para a preservação, conservação, uso e gestão sustentável da biodiversidade do bioma Caatinga nos estados da Bahia e Ceará, melhorando a qualidade de vida de seus habitantes.

sexta-feira, 13 de março de 2009

zoológico vai abrigar obras de jenner augusto

Dois painéis em azulejo, de autoria do artista plástico Jenner Augusto, foram restaurados e vão fazer parte do acervo do Zoológico de Salvador. Criados em 1957, os painéis decoravam o salão principal do restaurante Alto de Ondina, e estão entre os primeiros trabalhos coloridos em azulejo feitos no Brasil. O zoo vai abrigar e preservar as obras por ser um local bem frequentado, seguro e ter ligação com os temas dos trabalhos.
A partir da próxima terça-feira (17), o público baiano poderá apreciar os painéis Jogos Infantis (foto) e Fauna, que estavam degradados nas ruínas do antigo restaurante. A recuperação das obras, realizada por meio do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), foi iniciada no final do ano passado, com o objetivo de manter viva parte da obra de Jenner Augusto e aproximar a população das artes plásticas.
De acordo com o restaurador Estácio Fernandes, o estado de depredação obrigou o uso de uma técnica incomum na remoção dos painéis. “Tivemos que trazer uma parte da parede onde estavam os azulejos, sob o risco de não perder os trabalhos em definitivo”, destaca.
Por conta da perda de algumas peças originais, uma peculiaridade da restauração foi não imitar a criação do artista. “Tem que ter o cuidado de não confundir o original com a intervenção, para não se configurar um falso histórico”, explica Fernandes.
Para o coordenador do Zoológico de Salvador, Gerson Norberto, é de grande importância que o local tenha sido escolhido para sediar as obras. “Mostra que o zoo tem respaldo, credibilidade e público para apreciar”, ressalta.
Baiano por opção – Sergipano de nascimento, Jenner Augusto da Silveira (1924-2003), escolheu morar em Salvador em meados do século passado. Considerado um dos mais importantes artistas plásticos da Bahia, Jenner foi pintor, ilustrador e desenhista. Na década de 60, pintou, constantemente, o bairro de Alagados e paisagens da capital baiana.
Há pelo menos três livros sobre sua obra: Jenner: A Arte Moderna da Bahia, de Roberto Pontual; Os Alagados de Jenner, álbum com cinco serigrafias e texto de Adonias Filho; e um livro-álbum denominado Jenner, com reproduções de sua obra, em cores e preto-e-branco.

segunda-feira, 9 de março de 2009

energia limpa

Utilizar energias renováveis, aliando desenvolvimento e sustentabilidade. Essa foi a principal questão que se discutiu na 10ª reunião plenária do Fórum Baiano de Mudanças Climáticas, hoje à tarde, a bordo do Arctic Sunrise, navio do Greenpeace.
Sob o tema “Energias renováveis: potencial, limitações e relevância no atual cenário de mudanças climáticas”, o evento foi organizado pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema), em parceria com a organização ambiental.
Para o diretor-executivo do Greenpeace Brasil, Marcelo Furtado, a utilização de energias renováveis deve ser discutida e fortalecida na sociedade porque vai trazer benefícios. “Essa nova matriz energética vai atrair indústrias para usar as tecnologias, e, consequentemente, gerar emprego e renda na região”, verificou.
De acordo com pesquisas apresentadas pelo professor da Universidade Salvador (Unifacs), Osvaldo Soliano, os estados do Nordeste têm condições favoráveis à utilização de energias renováveis, principalmente a Bahia. “Nós temos o maior potencial de energia eólica e solar do país”, afirmou.
Com o intuito de explorar esses índices de fontes limpas e renováveis de energia, o estado deu um passo importante nessa questão. “O Conselho Estadual de Meio Ambiente (Cepram), aprovou a criação do 1º Parque Eólico da Bahia, no município de Caetité”, revelou o secretário do Meio Ambiente, Juliano Matos.
Estiveram presentes ao encontro mais de 70 pessoas. Dentre elas, representantes do poder público, sociedade civil e setor produtivo, como a Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), a Coelba e a Petrobras, e também convidados do Greenpeace.
O fórum sobre mudanças climáticas aconteceu dentro das atividades da expedição “Salvar o Planeta. É agora ou agora”, do Greenpeace, que desde o início do ano está percorrendo o Brasil. Os próximos destinos do Arctic Sunrise são as cidades do Rio de Janeiro e Santos.

quinta-feira, 5 de março de 2009

arctic sunrise desembarca em salvador

Após navegar por cidades como Manaus, Belém, Fortaleza e Recife, o Arctic Sunrise, navio do Greenpeace, desembarca pela segunda vez em Salvador. Dentre as atividades previstas nesta passagem pela capital baiana, está a realização do 10ª reunião plenária do Fórum Baiano de Mudanças Climáticas, organizado pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema), em parceria com o Greenpeace.
O tema será “Energias renováveis: potencial, limitações e relevância no atual cenário de mudanças climáticas” e faz parte das atividades da expedição “Salvar o Planeta. É agora ou agora”, do Greenpeace, que desde o início de 2009 está percorrendo o Brasil.
O evento acontece na próxima segunda-feira (9), a partir das 14h, a bordo do próprio navio, que está ancorado, desde ontem (4), na Companhia Docas do Estado da Bahia (Codeba), no Comércio. O objetivo do encontro é discutir e elaborar políticas de mudanças climáticas na Bahia, relacionadas às questões de redução de gases de efeito estufa, através do emprego de energias renováveis.
Além da presença do secretário do meio ambiente da Bahia, Juliano Matos, os organizadores do fórum estimam que cerca de 70 pessoas compareçam. Entre elas, estão representantes do poder público, da sociedade civil organizada, do setor produtivo, como a Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), a Coelba e a Petrobras, e também convidados do Greenpeace.
Para a coordenadora do Fórum Baiano de Mudanças Climáticas, Adriana Diniz, o assunto é urgente e preocupa. “A matriz energética é o grande pano de fundo das discussões climáticas. Nossa matriz é renovável, mas precisamos elaborar uma política estadual sobre mudanças climáticas contribuindo com nosso país para o plano nacional sobre mudanças do clima.”

terça-feira, 3 de março de 2009

educação ambiental

Identificar problemas, conflitos socioambientais e potencialidades de cada região, levantando indicativos para a elaboração e implementação do Programa de Educação Ambiental na Bahia. Esses são alguns dos objetivos das consultas públicas que a Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental (Ciea) vai promover nos 26 Territórios de Identidade no Estado.
Os seminários começaram no final de 2008, e já passaram por Itaberaba, Juazeiro, Riachão do Jacuípe, Jacobina, Valente e Irecê. Em 2009, retomam a partir de amanhã (4) e quinta-feira (5), nos territórios de Itaparica e do Oeste Baiano, em Paulo Afonso e Barreiras, respectivamente.
Após passar por diversos municípios, durante os meses de março e abril, a programação se encerra nos dias 11 e 12 de maio, abrangendo a Região Metropolitana de Salvador (RMS) e o Baixo Sul, cujas cidades sedes serão Camaçari e Valença.
Para o diretor de Educação Ambiental da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), Angelo Oliva, a realização das consultas públicas nos territórios e a consequente disseminação das questões relacionadas à educação ambiental, exigem alguns passos.
“É preciso gerar um processo de mobilização social entre os educadores ambientais e depois conhecer suas demandas”, pontua. E complementa. “Este momento de consulta pública da minuta do projeto de lei de educação ambiental na Bahia é uma estratégia de articulação democrática, de modo participativo e transparente”, conclui.
A expectativa é a presença de 150 participantes por evento, com representantes de todos os municípios que compõem os territórios. Dúvidas e/ou sugestões podem ser encaminhadas para o endereço eletrônico (
consulta.plea@sema.ba.gov.br).

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

erasmo tem razão

Eu sou um defensor das mulheres. Um defensor nato. Elas são, naturalmente, o oposto do que foi convencionado ao longo dos tempos: sexo frágil. Nunca percebi em minha mãe, por exemplo, limitações distintas das encontradas no sexo oposto. Não me recordo de ter notado em minha esposa, em qualquer situação – física ou emocional – alguma insignificância em relação a mim. Por essas e outras, vai por terra essa convenção fora de moda.
Um sublime exemplo da magnitude do "ser mulher" foi batizada como Maria do Carmo Miranda da Cunha e atendia por Carmem Miranda. Uma "portuguesinha" de nascimento, brasileira de coração e baiana por adoção (afinal de contas, "baiana" era a caracterização oficial dos seus trajes!). Exígua na estatura, soberana na veia artística. Provou durante alguns anos – poucos, porém intensos – a grandeza da feminilidade sem rival.
Ela foi (e ainda é) a mulher brasileira mais conhecida pelos terráqueos (e marcianos e...). Não sou um "reacionário" de plantão. Desses que dizem que tudo, antigamente, era melhor. Nem tudo, mas.... demos à César o que é de César.
Atualmente muitas atrizes-modelos-dançarinas (infelizmente são mulheres contemporâneas as que mais se submetem a tais situações) almejam o sucesso. Não aquele abarcado por Carmem Miranda, que ganhou o mundo, mas o sucesso no seu sentido mais reles: efêmero e sem recheio.
A Pequena Notável, que era uma gigante no palco, transitou pela terra do Tio Sam, em anos dourados, com honras de rainha. Conquistou público e crítica norte-americanos exportando, com orgulho imponente, arte brasileira. Durante tempos viu os Estados Unidos curvarem-se e reverenciarem-se a ela, após suas apresentações inigualáveis.
Um momento ímpar na vida dessa artista de mão cheia foi o momento do fim. Em sua derradeira aparição, foi ela quem ficou de joelhos para a platéia (sempre e sempre a aplaudi-la). Infelizmente (pelo menos para nós, que a perdemos) aquele arrear não era de agradecimento (ou era?!), mas de demissão.
Um ato involuntário que se tornou simbólico. Ao ser erguida, não perdeu, jamais, a pompa. Mão direita no umbigo (quase sempre à mostra!), esquerda ao léu, sorriso largo e marcha-a-ré. "Adeus batucada". E ainda dizem que a mulher é o sexo frágil??? Erasmo estava certo: "mas que mentira absurda"!


P.S.: Se estivesse viva, Carmen Miranda completaria hoje 100 anos de idade.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

limpeza na lagoa de pituaçu

O trabalho de limpeza nas águas da lagoa do Parque de Pituaçu já retirou metade das salvinias e baronesas (plantas aquáticas) que surgiram no local. O serviço começou na semana passada e é realizado, diariamente, por um grupo de cinco funcionários.
O crescimento da vegetação sobre a lagoa, além de comprometer a estética do lugar, impede a realização de atividades esportivas e de lazer disponibilizadas à população, como a escola de remo e o pedalinho.
A retirada dos aguapés é feita de forma braçal. “Nós prendemos as plantas com uma corda de bambu e depois puxamos para a beirada para tirá-las da água, usando rastelos, telas ou as próprias mãos”, explica o jardineiro do Parque de Pituaçu, Crispim Ribeiro.
As salvinias e baronesas são tipos de vegetações flutuantes, que se desenvolvem por conta dos detritos despejados na lagoa. Em contrapartida, essas plantas ajudam na depuração natural e preservação das águas.
Além de contribuírem para o meio ambiente dentro da água, as salvinias e baronesas também são úteis ao saírem de lá. Após um processo de secagem, elas passam por um tratamento e viram adubo orgânico. “Esse adubo serve para novas mudas de plantas que vão reflorestar áreas degradadas do local”, diz a coordenadora interina do parque, Eliene Leão.
O processo de decomposição para transformá-las em adubo é feito artesanalmente e ensinado, através de oficinas, aos jovens das comunidades do Bate-Facho e Alto do São João, localizadas no entorno do parque.
“Manualmente, a gente quebra elas e adiciona restos de comida e esterco de gado para virar húmus com minhoca”, detalha o artista plástico Alberto Peixoto, 55 anos, mais conhecido como Beto de Bila.
O produto é comercializado na Feira Orgânica, realizada todo domingo, no próprio parque. “É uma forma de gerar renda para a comunidade”, ressalta Beto, que atua como articulador junto às comunidades do Bate-Facho e Alto do São João.
Histórico – Com 200 mil metros quadrados de espelho d’água, a lagoa do Parque de Pituaçu foi construída em 1906, pelo engenheiro Theodoro Sampaio, com o objetivo de proteger o manancial hídrico e abastecer a cidade do Salvador.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

zoo de salvador recebe novos moradores

“Já ouvi falar nesses bichos, mas queria mesmo era vê-los de perto”. A curiosidade da fisioterapeuta Lúcia Andrade, 32, frequentadora do Zoológico de Salvador, se refere a animais ameaçados de extinção, que tiveram filhotes recentemente.
Na madrugada de sexta-feira (23) nasceu um casal da espécie mico-leão-da-cara-dourada e, no dia 8 de janeiro, a ave jacuaçu (foto) ganhou quatro filhotes. Os novos habitantes do zoo estão em regime de quarentena e aguardam a renovação dos recintos das aves e dos primatas para se apresentarem ao público.
A fêmea de mico-leão-da-cara-dourada, que gerou duas crias, chegou ao zoo, encaminhada pelo Ibama, em outubro de 2007. “Era muito solitária e conseguimos fazê-la conviver com dois machos”, revela Vinícius Dantas, coordenador-técnico do zoo. “A nossa maior vitória foi ter conseguido formar um grupo familiar”, complementa.
Animais de grande importância para o Zoológico de Salvador, tanto o mico-leão-da-cara-dourada quanto a jacuaçu têm na Mata Atlântica o habitat natural. Porém, enquanto a ave é geograficamente distribuída entre países latinos e sul do Brasil, o primata é genuinamente brasileiro, mais precisamente do sul da Bahia e norte do Espírito Santo.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

meio ambiente

Revitalização de rios, recuperação de matas ciliares e geração de emprego e renda, através de programas para a agricultura familiar. Essas foram algumas questões discutidas no I Seminário Regional de Gestão Rural Municipal Compartilhada, realizado na cidade de Ubatã, no baixo-sul do Estado.
Cerca de 50 pessoas, entre secretários municipais de Meio Ambiente e Agricultura, representantes de sindicatos e de associações de pequenos produtores, compareceram ao evento. O evento tratou ainda do planejamento de estratégias para o fortalecimento das comunidades dos municípios de Itapitanga, Ibirapitanga, Aurelino Leal, Wenceslau Guimarães, Barra do Rocha, Gongogi e Ubatã.
Para o técnico da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), Rogério Ribeiro, o debate é o primeiro passo para a resolução de problemas de degradação ambiental e social enfrentados pelos moradores da região. “No encontro, foram discutidas ainda novas ações de mobilização e organização para o pequeno produtor”, destacou.
O encontro foi realizado pela Sema, em parceria com a Comissão Executiva do Plano de Lavoura Cacaueira (Ceplac) e a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA). O próximo evento será no dia 27/01, também em Ubatã.

sábado, 6 de dezembro de 2008

quieto, ela passa o tempo desenhando

“Dona do dom que Deus me deu”. Os versos da música que o compositor paraibano Chico César compôs para Maria Bethânia gravar cabe também no contexto da relação entre Linvaldo Soares, servidor da Secretaria da Meio Ambiente (Sema) e as artes plásticas.
Isso porque, as mãos que no dia-a-dia são responsáveis pelos processos licitatórios da Sema, trabalhando na Comissão Permanente de Licitação (Copel), são as mesmas que, sustentadas pela vocação do artista, desenvolve belos trabalhos de desenho e pintura, com uma técnica original. Linvaldo desenha com caneta esferográfica sobre papelão.
Baiano de Ubatã, município do baixo sul do estado, Linvaldo começou a desenvolver sua aptidão ainda criança, nas aulas de desenho da escola. Foi nessa época que conquistou o primeiro prêmio, durante a semana de arte do colégio. “Eu nem conhecia tela e pintei com tinta óleo, em um saco de louça”, revela.
Ainda na fase de descoberta, e já em Salvador, Linvaldo usou de tinta guache a nanquim, até encontrar sua técnica. O curioso é que surgiu meio sem planejamento, de forma quase natural. “Eu estava fazendo alguns rabiscos de caneta em uma capa de caderno de papelão, quando acabei notando que aquela textura criava novas possibilidades, daí foi só praticar”, diz, orgulhoso.
De lá pra cá, mesmo sem se dedicar profissionalmente à arte, Linvaldo participou de inúmeros concursos de pintura, e o melhor: foi premiado em todos. O mais importante para ele foi a Bienal Internacional Afro Americana de Cultura, em 2006. E o mais recente, a sexta edição do Salão Bahia Marinhas, quando ficou em terceiro lugar, com o trabalho Transposição do Velho (Rio) Chico. “Se eu pudesse explicar meu quadro a eles, teria ficado em 1º lugar”, conta, rindo.
Quando questionado sobre a possibilidade de vender seus quadros, Linvaldo não se mostra absolutamente acessível e nem totalmente avesso. Mas a posição não reflete qualquer tipo de esnobismo e sim apego às obras. “Já vendi alguns e me deu vontade até de recomprá-los, mas hoje estou tentando olhar mais o lado profissional”, diz.
Apesar de ter como grande ídolo o pintor baiano Calasans Neto, Linvaldo revela que não há maiores inspirações para seu momento de criação. “São coisas que vejo, que leio e até que me falam”.
Autodidata, avesso a ostentações, voz baixa e bastante tímido, o artista plástico da Sema define a arte como “tudo que consegue lhe tocar de alguma forma”e assume: “gosto de ficar sempre quieto... se me deixar quieto num lugar, eu passo o tempo todo desenhando”.


P.S.: esse texto foi uma humilde tentativa de falar um pouco sobre a vida do grande artista plástico Linvaldo Soares, servidor da Sema, publicado no Jornal do Meio, o informativo bimestral da secretaria.